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Revestimento que imita madeira ganha espaço no mercado

Piso imita madeira

A proposta é unir a beleza e a naturalidade da madeira com a durabilidade do porcelanato. Revestimentos que imitam a madeira ganham cada vez mais espaço no mercado de decoração. O visual amadeirado traz aconchego e serenidade ao ambiente, mas a madeira natural custa caro. Por isso, os revestimentos que simulam o visual da madeira são cada vez mais usados, segundo a Revesttir, loja especializada em revestimentos, de Curitiba (PR).

Segundo a diretora Comercial da Revesttir, Shayana Prieto, a principal preocupação de quem investe na madeira natural é a durabilidade. “Mas a idade, condições do tempo e até cuidados com a limpeza precisam de muita atenção”, alerta.

Os revestimentos que imitam madeira têm combinações infinitas. Por serem fabricados, os produtos são vendidos em diversas tonalidades, tamanhos e texturas, possibilitando a instalação em qualquer ambiente. Muitos deles contêm propriedades antiderrapantes. Com isso, até a área ao redor da piscina entra na lista dos locais apropriados para aplicação.

Instalação

A instalação deve ser primordial e efetuada por um profissional com experiência. O ideal é deixar uma distância de no máximo 2 milímetros entre as placas, mantendo a impressão contínua da madeira com uma aparência mais natural. A Revesttir informa que trabalha com revestimentos das marcas Portinari, Castelatto e Decortiles, entre outros.

Serviço

Revesttir

  • Endereço: rua Fernando Simas, 598 – Batel – Curitiba (PR)
  • Horários: de segunda a sexta, das 9h às 18h. Aos sábados, das 9h às 14h.
  • www.revesttir.com.br
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Arquitetos explicam onde usar e combinar cimento queimado, concreto aparente e tijolinhos

O cimento queimado, o concreto aparente e os tijolinhos são materiais característicos de projetos mais rústicos e industriais. Porém, tornaram-se tendência, e hoje integram ambientes de diversos estilos. No mercado, há diversas opções de texturas e revestimentos que reproduzem com fidelidade a aparência desses materiais. Os arquitetos Bruno Moraes, do escritório Bruno Moraes Arquitetura, e Pietro Terlizzi, do escritório Pietro Terlizzi Arquitetura, explicam as características de cada um dos três materiais.

Cimento queimado
Queimado

As paredes da área da churrasqueira e do hall de entrada foram pintadas com textura padrão cimento queimado. Projeto: Pietro Terlizzi Arquitetura (Foto: Guilherme Pucci)

O cimento queimado é usado para se obter um piso liso, nivelado e de boa aparência. Além disso, conta com a vantagem de um custo baixo, execução prática e durabilidade. “Dá um aspecto rústico e moderno para os ambientes e combina com praticamente tudo, por isso sua versatilidade e popularidade nos projetos”, comenta o arquiteto Pietro Terlizzi.

Com as texturas que imitam o material, é possível criar o efeito do cimento queimado também em paredes e tetos, inclusive em versões coloridas. Com diversas opções, os porcelanatos se revelam uma boa alternativa para desenhos ou tons diferentes do original. Além disso, proporcionam uma aplicação mais limpa e, como a metragem das peças é pequena, os rejuntes já atuam como juntas de dilatação.

Apesar de ser um coringa, o cimento queimado não é indicado para áreas molhadas, como ao redor de piscinas. “Já as texturas de cimento queimado podem ser aplicadas em qualquer ambiente, inclusive áreas externas, desde que seja usada com a aplicação de resina”, explica Terlizzi.

Juntas de dilatação

Ao executar o piso de cimento queimado em áreas grandes, é recomendado deixar algumas juntas de dilatação para evitar o surgimento de trincas e fissuras no futuro. No caso das texturas, a superfície que vai recebê-la deve estar bem fixa e estruturada, assim como estar livre de umidade ou vazamentos.

Quando o efeito de cimento é feito no teto, o ideal é optar por unificar a iluminação em um tom mais sóbrio. “O forro de cimento queimado pede simplicidade e unidade. Nada muito pesado e adornado, como grandes lustres ou luminárias com muitas cores”, aconselha o arquiteto Bruno Moraes.

Concreto aparente
Aparente

No teto de toda a área social do apartamento, foi aplicada uma textura com efeito de concreto aparente. Projeto: Bruno Moraes Arquitetura (Foto: Luís Gomes)

O concreto necessita de pouca manutenção, tem uma superfície resistente e, graças ao seu acabamento característico, marca presença em projetos de estilo brutalista e urbano.

“Para deixar o concreto aparente, caso já exista uma laje ou pilar do material, basta lixar, tirando a pintura e a massa corrida até chegar ao concreto bruto”, explica Moraes. Para proteger sem alterar sua cor natural, o arquiteto aconselha utilizar uma máquina para lixar e depois aplicar uma seladora incolor e fosca sobre o concreto. Para as texturas que imitam o material, a recomendação é seguir exatamente as instruções do fabricante, que variam de um produto para outro.

Composições harmônicas

Na hora de decorar, é possível combinar diversas cores com o tom neutro do concreto, evitando apenas as muito escuras para não encolher o espaço. Texturas como madeira, metal, tijolo e de certas pedras e marmoraria formam composições harmônicas tanto com o concreto quanto com o cimento queimado.

Tijolo aparente e bricks
Tijolinhos

Para o efeito tijolinho, o brick da Lepri, aplicado na parede da entrada, contribui para a sensação de acolhimento no apê. Projeto: Bruno Moraes Arquitetura (Foto: Luis Gomes)

O tijolo é um material que traz aconchego aos ambientes e cabe em diversos estilos, desde o mais clássico até o mais moderno. Sua versatilidade é confirmada pela presença em diferentes espaços da casa, como salas, quartos, varandas e churrasqueiras.

Mas há algumas restrições: tijolinhos de barro não são indicados para áreas molhadas, como banheiros, áreas de serviço e cozinhas. Ao entrar em contato com a água e produtos de limpeza, o material pode perder sua tonalidade original. Por causa de sua consistência arenosa, também não se recomenda o uso de paredes de tijolo em ambientes expostos a batidas ou umidade, pois o material pode ‘esfarelar’ e tende a absorver água com facilidade.

Queridos tijolinhos

Os revestimentos que imitam o tijolo aparente permitem obter a mesma aparência de quando se descasca uma parede.  “Com o uso estrutural cada vez menor dos tijolos em detrimento dos blocos, o mercado desenvolveu revestimento com a mesma aparência dos queridos tijolinhos”, explica Terlizzi. A parede que vai receber o revestimento precisa estar seca, nivelada e porosa para que a argamassa se fixe com mais facilidade.

O tijolo aparente tem potencial para fazer combinações com materiais como a madeira e com cores mais claras, criando certo contraste com a sua textura rugosa. “Pensando nas combinações com os bricks, é interessante ter em mente materiais como madeira, cimento queimado, metal e alguns porcelanatos”, aconselha Moraes. Como os revestimentos que imitam os tijolos oferecem uma grande variedade de texturas e cores, é mais fácil escolher aquele que fique harmônico com o projeto e o resto dos materiais.

Mais informações:

 

Designer de Pernambuco vence o Concurso do Cartaz do MCB

O designer Celso Hartkopf Lopes Filho, de Recife (PE), venceu o Concurso do Cartaz para a 32ª edição do Prêmio Design MCB, realizado pelo Museu da Casa Brasileira. A peça demonstra uma forte identidade cultural, representada em composição cromática, por meio da gestualidade e do uso de objetos de caráter popular.

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O cartaz vencedor será a inspiração de toda a identidade visual da edição de 2018. A peça foi escolhida pela comissão julgadora coordenada pelo fotógrafo e designer Gal Oppido e composta por Flávia Nalon, Chico Homem de Melo, Luís Bueno e Gabriel Ribeiro.

O vencedor receberá R$ 3 mil e terá ainda um contrato de mais R$ 3 mil para a criação de outras peças gráficas da edição. O júri também selecionou mais dez cartazes de destaque e outros 90 trabalhos. Todos farão parte da mostra do Concurso do Cartaz, que será aberta no dia 10 de novembro, junto com a exposição do 32º Prêmio Design MCB.

Mais informações: www.mcb.org.br

 

 

Puxadores em cobre são nova tendência na decoração

O cobre tem conquistado cada vez mais espaço na decoração. O tom, que chegou de forma simples e discreta em determinados objetos, conquista de vez o mercado. De jogo de copos a luminárias, agora é a vez de a matiz da moda chegar aos puxadores.

Por serem versáteis, os puxadores de cobre são indicados para diversas opções de mobiliário planejado, dos mais simples aos mais sofisticados. As peças podem estar presentes em armários de cozinha, racks de sala, e até mesmo em bancadas de banheiros.

Originado com a ascensão do estilo industrial e muitas vezes chamado de rose gold, o cobre está totalmente em alta. Normalmente empregado em móveis claros, pode adequar-se perfeitamente a qualquer cor de mobiliário.

Veja nas imagens algumas opções da Simonetto, empresa de móveis planejados com 30 anos de experiência, para inspirar o seu projeto

 

Dicas para escolher o puxador que combina melhor com o ambiente

  • Puxadores e móveis em harmonia – Embora em alguns casos a combinação do rústico com o moderno possa ser interessante, é sempre bom harmonizar o material do puxador com o ambiente no qual ele será utilizado, por isso, móveis e puxadores precisam ter o mínimo de combinação.
  • Opte pela praticidade – Ao escolher o puxador, leve em consideração o ambiente no qual ele será instalado. Em locais onde o seu uso será recorrente, como em cozinhas, por exemplo, a melhor opção são os lisos, pois facilitam na hora da limpeza. Já em outros locais, como quartos ou salas, invista em puxadores com detalhes, pois são ótimos para deixar o lugar mais charmoso.
  • Atenção ao tamanhoOpte por puxadores pequenos ou médios, se eles forem utilizados em armários ou gavetas. Por outro lado, se forem utilizados em portas, os puxadores podem ser maiores e práticos.
  • Consulte um profissional – Não tenha vergonha de pedir ajuda ao arquiteto ou designer responsável. Por estarem sempre antenados às novidades, eles são os mais indicados para auxiliar na escolha perfeita de cada puxador, para determinado ambiente.

Mais informações: www.simonetto.com.br

 

Via Varejo já utiliza realidade virtual para vender móveis

A rede Via Varejo, que reúne as operações on-line e física das marcas Pontofrio e Casas Bahia, está implantando em suas lojas dispositivos de realidade virtual. Por meio dos óculos de realidade virtual, o cliente pode visualizar todos os produtos do departamento de móveis inseridos em diferentes ambientes.

Dá para enxergar como ficará a sala, o quarto, a cozinha, em todas as diferentes variedades de cores e texturas. É possível até simular a abertura de gavetas e portas. A rede é pioneira no Brasil em apostar nessa tecnologia para auxiliar o consumidor no momento da compra.

A aplicação utilizada pela Via Varejo foi desenvolvida, em parceria, pela consultoria Ekantika e pelo Studio Abacate – startup e braço tecnológico do Grupo Ekantika. A solução faz parte da nova estratégia da companhia varejista de otimizar o espaço das lojas, promover eficiência operacional e proporcionar uma experiência única de compra.

Desenvolvimento

De acordo com o sócio-fundador na Ekantika, Boris Leite, no modelo tradicional, se o lojista deseja que o cliente visualize um móvel na loja, tem que tê-lo na vitrine, espaço interno ou estoque. E mesmo uma loja física que tenha um grande espaço, não consegue abrigar todas as variedades possíveis do mesmo produto. “É justamente nesse contexto que entra a realidade virtual, para promover a experimentação e interação com produtos não estão na loja”, ressalta Leite.

Ao todo, para o desenvolvimento da aplicação, foram seis meses de intensos estudos e testes, 15 profissionais do Studio Abacate estiveram envolvidos no desenvolvimento do dispositivo, nos processos de composição das plantas dos ambientes, desenhos dos móveis, produção das cores e texturas e medidas de acordo com o modelo real. “Esse foi o primeiro desafio de desenvolver uma proposta que fizesse parte da estratégia e dia-a-dia de vendas de uma loja” afirma o sócio-diretor da empresa de tecnologia, José Carlos França.

Mais informaçõeswww.ekantika.com.br

 

Especialista da Telhanorte ensina como aplicar a cor de 2018

Para substituir o Greenery, tom de verde que representou o ano de 2017, a Pantone Color Institute, maior autoridade em cores do mundo, anuncia a cor do próximo ano. Desta vez, será uma tonalidade forte de púrpura, conhecida como Ultra Violet (18-3838), que remete à iluminação do caminho que está por vir, com conceitos inspirados em criatividade e na visão de futuro.

Além de ser aplicada na moda, a nova tendência mundial invade os campos da arquitetura e do design de interiores, ideal para inovar na decoração da casa. O tom Ultra Violet representa o equilíbrio entre as cores azul e vermelho e, por sua vez, pode combinar com diferentes estilos: do clássico ao contemporâneo. De acordo com a coordenadora da divisão de organização do lar da Telhanorte, Érica Duarte, a cor é mística e impactante, por isso, deve ser cuidadosamente pensada na composição com outros elementos do ambiente.

Móvel Violeta

Harmonia

“Levando em consideração a intensidade do tom púrpura, ainda sobram dúvidas quanto ao uso na decoração. Portanto, a primeira instrução é harmonizar com tons de roxo e lilás da mesma família ou com cores frias. Recomendo também tons mais densos, como esmeralda e safira, bem como o azul claro, que complementa a ousadia do violeta, ameniza e adiciona equilíbrio à palheta”, explica Érica.

Os acessórios ou objetos decorativos na tonalidade Ultra Violet também estão em alta, como pendentes, almofadas e poltronas, conferindo personalidade ao ambiente. Para quem deseja ousar e mudar de vez, um acerto na tendência é colorir armários e paredes, lembrando a importância de equilibrar as tonalidades para evitar excessos.

Com a alegria transmitida pela cor Ultra Violet, criatividade será o ponto forte no momento de decorar. “Um detalhe fantástico é utilizar essa cor como ponto de contraste em um ambiente neutro, misturando o vibrante com a tranquilidade”, finaliza a coordenadora Érica Duarte.

Mais informações: www.telhanorte.com.br

 

 

Imóvel de três dormitórios concentra oferta de vendas na zona sul

Os imóveis residenciais de três dormitórios são maioria entre as ofertas de compra e venda em nove bairros da zona sul de São Paulo. Em dezembro, concentraram 46% do total de 2.100 unidades residenciais para venda ou locação nos bairros do Ipiranga, Jardim da Saúde, Klabin, Mirandópolis, Saúde, Vila Clementino, Vila Gumercindo, Vila Mariana e Vila Monumento. Predios

Os dados são de levantamento Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP. A pesquisa é feita junto aos imóveis anunciados na base da Rede Imobiliária Secovi (RIS), que reúne mais de 150 agências imobiliárias na capital paulista, Grande São Paulo e em algumas cidades do interior.

Do total das ofertas anunciadas, a imensa maioria é para compra e venda. São 2.045 unidades (88,26%) disponíveis para aquisição, contra 272 para locação (11,74%).

O levantamento do Secovi-SP mostra que  a maioria dos imóveis para compra e venda tem 3 dormitórios, correspondendo a 46% do total (907 imóveis). “Foi justamente essa tipologia de apartamento que teve menos lançamentos nos últimos anos”, lembra Flávio Prando, vice-presidente de Intermediação Imobiliária e Marketing do Secovi-SP. Segundo ele, com a crise, as incorporadoras preferiram apostar em produtos mais baratos e em regiões menos valorizadas.

Confiança

Para o dirigente, com a economia instável, as pessoas não se sentem confiantes para comprar produtos mais caros. Entretanto, para este ano de 2018, com a retomada da confiança, os potenciais compradores de imóveis devem voltar a procurar produtos mais caros.

“Com o freio nos lançamentos de apartamentos com três ou mais dormitórios, pode acontecer de o comprador não encontrar a unidade desejada. E é exatamente aí que entra a importância do imóvel usado, já pronto. Essas 907 unidades podem preencher uma importante lacuna no mercado”, emenda Prando.

Unidades de dois dormitórios correspondem a 39% da oferta, seguidas pelas de quatro ou mais quartos (9%) e pelas de um dormitório (6%). Em termos de área útil, a maioria dos imóveis tem entre 65 m² e 130 m², participando com 57% do total. Já em preço, 31% dos imóveis anunciados estão na faixa de R$ 500 mil e R$ 750 mil.

“Unidades nesses valores estão enquadradas naquelas financiadas pela poupança – fonte de financiamento que, felizmente, volta a ter recursos, possibilitando aos bancos proverem mais verbas para o crédito habitacional”, diz o vice-presidente do Secovi-SP.

Dos imóveis disponíveis para locação, 44% são de dois dormitórios e 50% têm 65 m² e 130 m². Quando se fala nos valores dos aluguéis, destacam-se as ofertas com locações de até R$ 4 mil, que perfazem 75% da oferta.

Comerciais

Ao todo, os bairros analisados pelo levantamento têm 217 unidades comerciais disponíveis para compra, venda e locação. Das salas disponíveis para aquisição, 58% estão na faixa de valor entre R$ 255 mil e R$ 500 mil. Dos conjuntos comerciais para locação, 69% tem aluguéis de até R$ 4 mil.

Mais informações: www.secovi.com.br

Portas assinadas por arquitetos e designers são tendência no mercado

As portas assumem um novo papel nos projetos residenciais e corporativos, além da função de dividir os ambientes ou deixá-los mais reservados. Segundo a fabricante de portas Pormade, com sede em União da Vitória (PR), a tendência é inserir as portas como elemento decorativo.

Por isso mesmo, a empresa traz como novidade em seu portfólio, portas assinadas pela designer de interiores Jóia Bergamo. Com estilo moderno e clean, a profissional criou uma coleção exclusiva para a marca, composta por duas linhas. A linha Diamante oferece seis modelos de portas, enquanto a Contemporânea tem cinco opções disponíveis.

Segundo a designer, a coleção foi criada para tornar os ambientes mais personalizados. “Trata-se de um produto que não se troca com a mesma frequência de um tecido de sofá”, exemplifica Jóia Bergamo. Além disso, a profissional ressalta que sua durabilidade é muito maior. “Por isso, deve ser clean, sem comprometer o restante da decoração”, diz.

Arquiteto

A Pormade também tem outra linha criada pelo arquiteto Léo Shehtman. Com cinco coleções, ao todo são 25 opções que vão das linhas retas às formas geométricas entrecruzadas, do mix de cores vivas e intensas até a tendência fashion, do preto e branco.

“O processo criativo teve como base destacar os ambientes por meio de um elemento comum, as portas”, afirma. Para isso, o arquiteto conta que foi desenvolvida uma gama de estilos e padrões para compor os mais variados projetos de design de interiores. “Linhas simples, modelos ousados e até a aplicação de materiais – como mármores ou linho – fazem parte do portfólio para provocar os sentidos”, declara.

De acordo com a empresa, a impressão nas portas utiliza a tecnologia HD, quando a imagem é impressa diretamente na folha de porta branca. As peças têm um melhor acabamento e mais durabilidade, em comparação com outros produtos. A Pormade tem lojas próprias em União da Vitória (PR), Alphaville (SP), Joinville (SC), Balneário Camboriú (SC). Também tem opção de vendas pela Internet.

Mais informações: www.pormadeonline.com.br

Tons acinzentados e terrosos são tendência para 2018

Tons acinzentados e terrosos estarão em evidência entre as cores de 2018, segundo o Sindicato da Indústria de Tintas e Vernizes do Estado de São Paulo (Sitivesp). A conclusão é baseada nas tonalidades eleitas pelas grandes marcas que apoiam a campanha “Mais Cor Para Sua Vida”, que incentiva o uso de tintas coloridas para renovação ou conservação de imóveis.

Criada pelo Sitivesp, no ano passado, o objetivo da campanha é fazer consumidor reformar ou proteger seu patrimônio. O projeto tem apoio de marcas como Coral, Eucatex, Lukscolor, Suvinil, Futura, Montana, Sherwin-Williams, Lixas Tatu e Universo. O “Mais Cor para a sua Vida” também recebe apoio de outras entidades, entre as quais a Associação dos Revendedores de Tintas (Artesp).

Confira as cores que vão marcar presença no próximo ano, segundo o Sitivesp, lançadas pelas principais marcas apoiadoras do “Mais Cor Para Sua Vida” 

 Mais informações: www.facebook.com/maiscorparasuavida

Envidraçamento é tendência na construção civil

Janelas e portas que utilizam sistema de envidraçamento ajudam a compor o ambiente e a decoração e valorizar a casa, apartamento ou até o escritório. Sistemas de envidraçamentos também podem conferir privacidade com segurança, além de possibilitar a ventilação e permitir que a iluminação natural entre no ambiente.

No caso das aberturas com sistema de envidraçamento Reiki, a arquiteta Carla Feitosa, especialista em construções que valorizam as vistas, explica que o sistema cumpre o papel de fechamento da sacada sem prejudicar a visibilidade externa, algo bastante valorizado nas construções modernas. “Nos empreendimentos de frente para o mar, por exemplo, sempre valorizamos a vista.”

De acordo com Waléria Baú, gerente da BBa – empresa pioneira e licenciada no sistema de envidraçamento Reiki para o Sul do Brasil – no momento da escolha de um imóvel, o fator “visão” é sempre pensado como um grande diferencial. “Nossos produtos aproximam o ambiente interno do externo através da transparência do vidro”, destaca.

O sistema Reiki é bastante versátil e com diversas possibilidades de instalação. Também é amplamente utilizado em portas para divisão de ambientes. Nesta opção, os espaços ganham ainda mais em amplitude.

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